Zilda Arns –
Em Angola, em 1994, comecei um treinamento com dezessete mulheres. Atualmente,
mais de 2.500 estão capacitadas a realizar naquele país um programa como o
nosso. Somente na cidade de Benguela, onde começou a Pastoral da Criança, estão
trabalhando como voluntárias oitocentas mulheres. Mais de cinco mil crianças
estão cadastradas na Pastoral, porém, acredita-se que estão sendo atendidas
pelo menos dez mil crianças em todo o país.
Os pais e outros responsáveis pelas crianças cuidam delas todos os dias, mas, muitas vezes, não se dão conta do quanto estão fazendo e da importância disto. O crescimento e o desenvolvimento de uma criança dependem da disponibilidade e da qualidade de quatro coisas: dos serviços de cuidados de saúde; de um ambiente familiar saudável; dos cuidados emocionais e de uma nutrição saudável.
terça-feira, 23 de maio de 2017
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Plantando e cuidando de uma horta com crianças.
Plantar uma
horta é uma ótima maneira de ensinar as crianças a proteger o meio ambiente.
Cuidar das plantas é um momento especial para as crianças.
Enquanto mexem com as plantas, os pequenos
aprendem a importância da água e da terra. Eles descobrem como esses elementos
são fundamentais para que tanto eles próprios quanto a plantinha cresçam
saudáveis.
Acompanhar a transformação das sementes em
plantas faz a cabecinha da criança fervilhar de dúvidas sobre o crescimento dos
seres vivos. Além disso, a horta precisa de cuidados diários. Isso estimula a
ter responsabilidade.
domingo, 29 de novembro de 2015
Câncer em criança: sintomas e cuidados no tratamento
O surgimento
do câncer em crianças pode acontecer por diversos fatores, a maioria deles
ainda desconhecidos. O que se sabe é que, ao contrário do que acontece com os
adultos, o câncer infantil não tem nenhuma associação com fatores como dieta,
falta de exercícios físicos, entre outros. E, segundo as enfermeiras Andréa
Porto da Cruz e Fernanda Papa de Campos, os sintomas da doença podem ser
facilmente confundidos com os de quadros muito comuns em crianças, como infecções.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
As crianças e a religião
Em meio a um
debate sobre a importância de cada discípulo o Mestre pegou uma criança e
colocou-a no centro das atenções. Então, com seu jeito único, atordoante e
profundo disse: “... Se não vos tornardes como crianças, de modo algum
entrareis no reino dos céus...” (Mateus 18:3). Algumas décadas mais tarde, o
Apostolo Paulo repreendeu os crentes de Corinto por serem crianças dizendo:
“... Não vos pude falar como as espirituais e sim como a carnais, como a
crianças em Cristo...” (I Coríntios 3.1) e mais perto do fim da carta salienta
que quando amadureceu na fé “deixou as coisas próprias de meninos” (I Coríntios
13h11min). Afinal, em que ficamos? Devemos ser ou não como crianças?
Evidentemente
que a dificuldade só existe numa primeira abordagem do tema e um olhar mais
profundo mostra que Jesus e Paulo não estão se contradizendo, mas se
complementando. Queremos avaliar as duas afirmações em sequência. Pensemos
primeiro nas palavras de Jesus. No que devemos ser como crianças?
domingo, 14 de abril de 2013
Pais que sofrem de depressão pós-parto batem mais nas crianças e dedicam menos tempo a elas
Depressão pós-parto, também chamada de baby blues, é uma
condição clínica já bem explorada e que afeta entre 10 a 20% das mulheres nos
primeiros meses após o parto, afetando a saúde tanto das mães como dos filhos.
Os pais também sofrem de uma condição semelhante, mas o assunto tem sido muito
menos discutido. Um estudo publicado hoje pelo periódico oficial da Academia
Americana de Pediatria aponta que a depressão dos pais também pode ter
repercussões no desenvolvimento dos filhos.
Pesquisadores da Universidade de Michigan nos EUA
estudaram 1746 pais de crianças de um ano de idade e encontraram que 7% deles
apresentavam depressão. Ao responderem à
pergunta “No último mês, você bateu no seu filho?”, a resposta foi SIM em 13%
dos pais sem depressão e em 41% dos deprimidos, uma diferença de quatro vezes.
Desemprego e abuso de substâncias psicoativas também eram mais comuns entre os
pais com depressão e estes apresentavam também uma interação com os filhos duas
vezes menor, quando isso era medido pela freqüência que liam histórias para as
crianças.
Os resultados também mostraram que 77% dos pais
deprimidos haviam levado seus filhos ao pediatra nos últimos 12 meses, o que
aponta uma grande oportunidade para que o pediatra provoque algum nível de
discussão sobre a saúde mental do pai, orientando-os a procurar ajuda médica
especializada.
Já é bem reconhecido que o envolvimento dos pais nas
questões discutidas num consultório pediátrico faz diferença no desenvolvimento
das crianças e que a depressão paterna está associada a piores indicadores
psicossociais da criança. Os pediatras, que já se preocupam com a saúde das
mães, também devem estar atentos com os pais, pois a saúde deles também merece
toda a atenção. Vale lembrar que é cada vez maior o número de pais que ficam
com as crianças enquanto as mães trabalham.
domingo, 7 de abril de 2013
Dicas de Prevenção de Acidentes em Crianças e Adolescentes

A prevenção é a
principal saída para a problemática dos acidentes, mas esta ainda permanece
como um desafio. A prevenção não é encarada como prioridade no País. Muitas
vezes é necessário que os problemas ocorram – dengues, AIDS, alagamentos,
drogas – para só depois se rever os prejuízos. Além disso, o acidente nem
sempre é notificado e tratado como tal, gerando ainda mais obstáculos na busca
de soluções.
Com a conscientização
da sociedade, pelo menos 90% dos acidentes poderiam ser evitados com atitudes
preventivas, como:
- Ações Educativas;
- Modificações no meio
ambiente;
- Modificações de
engenharia;
- Criação e cumprimento
de legislação e regulamentação específicas.
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