O surgimento
do câncer em crianças pode acontecer por diversos fatores, a maioria deles
ainda desconhecidos. O que se sabe é que, ao contrário do que acontece com os
adultos, o câncer infantil não tem nenhuma associação com fatores como dieta,
falta de exercícios físicos, entre outros. E, segundo as enfermeiras Andréa
Porto da Cruz e Fernanda Papa de Campos, os sintomas da doença podem ser
facilmente confundidos com os de quadros muito comuns em crianças, como infecções.
Os pais e outros responsáveis pelas crianças cuidam delas todos os dias, mas, muitas vezes, não se dão conta do quanto estão fazendo e da importância disto. O crescimento e o desenvolvimento de uma criança dependem da disponibilidade e da qualidade de quatro coisas: dos serviços de cuidados de saúde; de um ambiente familiar saudável; dos cuidados emocionais e de uma nutrição saudável.
domingo, 29 de novembro de 2015
quarta-feira, 1 de maio de 2013
As crianças e a religião
Em meio a um
debate sobre a importância de cada discípulo o Mestre pegou uma criança e
colocou-a no centro das atenções. Então, com seu jeito único, atordoante e
profundo disse: “... Se não vos tornardes como crianças, de modo algum
entrareis no reino dos céus...” (Mateus 18:3). Algumas décadas mais tarde, o
Apostolo Paulo repreendeu os crentes de Corinto por serem crianças dizendo:
“... Não vos pude falar como as espirituais e sim como a carnais, como a
crianças em Cristo...” (I Coríntios 3.1) e mais perto do fim da carta salienta
que quando amadureceu na fé “deixou as coisas próprias de meninos” (I Coríntios
13h11min). Afinal, em que ficamos? Devemos ser ou não como crianças?
Evidentemente
que a dificuldade só existe numa primeira abordagem do tema e um olhar mais
profundo mostra que Jesus e Paulo não estão se contradizendo, mas se
complementando. Queremos avaliar as duas afirmações em sequência. Pensemos
primeiro nas palavras de Jesus. No que devemos ser como crianças?
domingo, 14 de abril de 2013
Pais que sofrem de depressão pós-parto batem mais nas crianças e dedicam menos tempo a elas
Depressão pós-parto, também chamada de baby blues, é uma
condição clínica já bem explorada e que afeta entre 10 a 20% das mulheres nos
primeiros meses após o parto, afetando a saúde tanto das mães como dos filhos.
Os pais também sofrem de uma condição semelhante, mas o assunto tem sido muito
menos discutido. Um estudo publicado hoje pelo periódico oficial da Academia
Americana de Pediatria aponta que a depressão dos pais também pode ter
repercussões no desenvolvimento dos filhos.
Pesquisadores da Universidade de Michigan nos EUA
estudaram 1746 pais de crianças de um ano de idade e encontraram que 7% deles
apresentavam depressão. Ao responderem à
pergunta “No último mês, você bateu no seu filho?”, a resposta foi SIM em 13%
dos pais sem depressão e em 41% dos deprimidos, uma diferença de quatro vezes.
Desemprego e abuso de substâncias psicoativas também eram mais comuns entre os
pais com depressão e estes apresentavam também uma interação com os filhos duas
vezes menor, quando isso era medido pela freqüência que liam histórias para as
crianças.
Os resultados também mostraram que 77% dos pais
deprimidos haviam levado seus filhos ao pediatra nos últimos 12 meses, o que
aponta uma grande oportunidade para que o pediatra provoque algum nível de
discussão sobre a saúde mental do pai, orientando-os a procurar ajuda médica
especializada.
Já é bem reconhecido que o envolvimento dos pais nas
questões discutidas num consultório pediátrico faz diferença no desenvolvimento
das crianças e que a depressão paterna está associada a piores indicadores
psicossociais da criança. Os pediatras, que já se preocupam com a saúde das
mães, também devem estar atentos com os pais, pois a saúde deles também merece
toda a atenção. Vale lembrar que é cada vez maior o número de pais que ficam
com as crianças enquanto as mães trabalham.
domingo, 7 de abril de 2013
Dicas de Prevenção de Acidentes em Crianças e Adolescentes

A prevenção é a
principal saída para a problemática dos acidentes, mas esta ainda permanece
como um desafio. A prevenção não é encarada como prioridade no País. Muitas
vezes é necessário que os problemas ocorram – dengues, AIDS, alagamentos,
drogas – para só depois se rever os prejuízos. Além disso, o acidente nem
sempre é notificado e tratado como tal, gerando ainda mais obstáculos na busca
de soluções.
Com a conscientização
da sociedade, pelo menos 90% dos acidentes poderiam ser evitados com atitudes
preventivas, como:
- Ações Educativas;
- Modificações no meio
ambiente;
- Modificações de
engenharia;
- Criação e cumprimento
de legislação e regulamentação específicas.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Cuidados com crianças pequenas
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Os devidos cuidados que devemos ter na internet
A tecnologia invadiu a vida de milhares de pessoas, o que há cerca de mais o menos 20 anos atrás era permitido somente a pessoas com certo poder aquisitivo, hoje move cerca de mais de 95 por cento da população, a tecnologia se mostra para gente de varias formas como, por exemplo, através dos computadores e notebooks, pelos novos e mais modernos modelos de celulares, câmeras digitas, entre muitos outros aparelhos que nos ligam a tecnologia, mais o mais usado é o computador interligado a internet. Com o mesmo pode conhecer o mundo sem sair de casa, podemos conhecer e nos comunicar com as pessoas em tempo real,
Porem é necessário ter certos cuidados quando se trata de internet, principalmente com crianças e adolescentes, pois a internet oferece muito conhecimento, mais também oferece artigos relacionados à pornografia, devemos tomar mais cuidado com os sites de relacionamentos e salas de bate papo, onde as crianças são as maiores vitimas de pedofilia, e jovens podem ser influenciados a entrar na prostituição, desse modo é necessário tomar um certo cuidado com os nossos filhos e filhas para que internet não se torne um grande problema posteriormente, desse modo confira algumas dicas para não ser uma vitima da internet.
Primeiramente deve-se evitar que computadores ou notebook com acesso a internet fiquem no quarto dos seus filhos, deixe o computador em um local onde você possa sempre estar olhando o que ele esta acessando , posteriormente estipule horários para ele acessar a internet, desse modo você poderá evitar futuros problemas.
Vaidade infantil tem limite
Mesmo não confirmado, caso de mãe que injetou botox na filha de sete anos reacende discussão sobre procedimentos estéticos para crianças
Vaidade infantil: pais devem impor limites e intervenções radicais estão descartadas
Recentemente, um tabloide inglês publicou uma matéria sobre uma mãe que não só injetava botox na filha de sete anos, mas também havia feito maquiagem definitiva nas sobrancelhas da menina. Embora não confirmada, a história se alastrou pela web e representa um alerta para os perigos de uma corrida pela beleza iniciada cada vez mais cedo, muitas vezes estimulada pelas mães. “Esse tipo de procedimento estético não é recomendável em pessoas tão novas, que ainda estão em formação física e psicológica”, explica Sebastião Guerra, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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Mãe, quero ser loira!
O médico conta que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica teve conhecimento de dois casos semelhantes e tomou as medidas necessárias para que os procedimentos estéticos nas crianças fossem interrompidos. Segundo ele, antes de se fazer qualquer intervenção deste gênero, é preciso uma avaliação cuidadosa da criança e de suas necessidades por um grupo de médicos e psicólogos.
Para Filumena Gomes, médica pediatra do Instituto de Pediatria da USP, outra questão é a sexualização precoce. A injeção de botox torna os lábios mais chamativos e a intenção aí seria a de transformar uma menina em mulher. “A criança ainda é muito nova, não tem tantos instrumentos e habilidades internas para lidar com essa mudança na aparência e com a sexualização física e emocional”, explica a pediatra.
Eles alertam que intervenções estéticas radicais podem trazer consequências negativas tanto físicas quanto psicológicas. Silvia Martinelli Deroualle, psicanalista membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, levanta a questão das mudanças precoces, muitas vezes impostas. “A criança é quem tem que se sentir incomodada com a aparência e desejar mudar, não a mãe”, diz.
Segundo a história publicada pelo tabloide “The Sun”, Sharon Evans decidiu aplicar o botox na filha Bree por conta própria, depois que 15 médicos se recusaram a fazê-lo. Nos concursos de beleza infantis realizados nos Estados Unidos e cobertos pelas televisões locais, não é difícil vermos crianças com pesada maquiagem, cílios postiços e apliques de cabelos.
Leia também: cosméticos para crianças de oito anos causam polêmica
Os produtos usados nas aplicações de botox e preenchimento dos lábios são medicamentos que precisam ser prescritos por médicos e especialistas. E seu uso tem que ser feito por um profissional técnico adequado. Esse tipo de intervenção não é inócua, causa desconforto e mudanças na aparência. “Para a criança, passar por isso pode estar sendo um suplício”, diz Sebastião.
“O líquido injetado no lábio pode levar a uma inflamação ou infecção local. Estes são efeitos mais imediatos, mas também podem gerar uma cicatrização anômala e até a uma deformidade facial”, explica a pediatra Filumena Gomes. Além disso, como a criança ainda está em fase de crescimento não se sabe o tamanho definitivo desse lábio que está recebendo preenchimento que, no futuro, pode ficar desproporcional.
Leia tambémMãe, preciso emagrecer?
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O médico conta que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica teve conhecimento de dois casos semelhantes e tomou as medidas necessárias para que os procedimentos estéticos nas crianças fossem interrompidos. Segundo ele, antes de se fazer qualquer intervenção deste gênero, é preciso uma avaliação cuidadosa da criança e de suas necessidades por um grupo de médicos e psicólogos.
Para Filumena Gomes, médica pediatra do Instituto de Pediatria da USP, outra questão é a sexualização precoce. A injeção de botox torna os lábios mais chamativos e a intenção aí seria a de transformar uma menina em mulher. “A criança ainda é muito nova, não tem tantos instrumentos e habilidades internas para lidar com essa mudança na aparência e com a sexualização física e emocional”, explica a pediatra.
Eles alertam que intervenções estéticas radicais podem trazer consequências negativas tanto físicas quanto psicológicas. Silvia Martinelli Deroualle, psicanalista membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, levanta a questão das mudanças precoces, muitas vezes impostas. “A criança é quem tem que se sentir incomodada com a aparência e desejar mudar, não a mãe”, diz.
Segundo a história publicada pelo tabloide “The Sun”, Sharon Evans decidiu aplicar o botox na filha Bree por conta própria, depois que 15 médicos se recusaram a fazê-lo. Nos concursos de beleza infantis realizados nos Estados Unidos e cobertos pelas televisões locais, não é difícil vermos crianças com pesada maquiagem, cílios postiços e apliques de cabelos.
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Os produtos usados nas aplicações de botox e preenchimento dos lábios são medicamentos que precisam ser prescritos por médicos e especialistas. E seu uso tem que ser feito por um profissional técnico adequado. Esse tipo de intervenção não é inócua, causa desconforto e mudanças na aparência. “Para a criança, passar por isso pode estar sendo um suplício”, diz Sebastião.
“O líquido injetado no lábio pode levar a uma inflamação ou infecção local. Estes são efeitos mais imediatos, mas também podem gerar uma cicatrização anômala e até a uma deformidade facial”, explica a pediatra Filumena Gomes. Além disso, como a criança ainda está em fase de crescimento não se sabe o tamanho definitivo desse lábio que está recebendo preenchimento que, no futuro, pode ficar desproporcional.
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